Manutenção de Computadores
Curso de Montagem de Computadores
 
 
 
Pesquisa personalizada
 
 
 
Categorias
Componentes
Montagem
Configuração
Processadores
Memória RAM
Disco Rígido
Placa Mãe
Placa de Vídeo
Monitores
Setup
Guia de Drivers
Outros Periféricos
Gravando em CD
 
 

Memória RAM
 
 

A fim de suportar os módulos PC-2100, as placas mãe com o chipset AMD 760 (assim como com chipsets similares que venham a ser lançados) passam a suportar bus de 133 com duas transferências por ciclo (266 MHz na prática), ao contrário das placas para Athlon atuais, que trabalham a apenas 100 MHz, com duas transferências por ciclo (200 MHz na prática).

A freqüência da placa mãe pode ser configurada através do Setup, de acordo com o tipo de memória que pretender usar. Outra novidade é o anúncio de três novas versões do Athlon, de 1 GHz, 1.13 GHz e 1.2 GHz, que ao contrário das versões de 1 e 1.2 GHz antigas, utilizam bus de 133 MHz.

Memórias Rambus (RDRAM)

As memórias Direct Rambus permitem um barramento de dados de apenas 16 bits de largura, em oposição aos 64 bits utilizados pelos módulos de memória SDRAM, suportando em compensação, velocidades de barramento de até 400 MHz com duas transferências por ciclo (como o AGP 2x), o que na prática eqüivale a uma freqüência de 800 MHz.

Diferentemente das memórias DDR que é apenas uma evolução das memórias SDRAM, as memórias Direct Rambus trazem uma arquitetura completamente nova, que exige modificações muito maiores nos chipsets destinados a suportá-la, significando maiores custos de desenvolvimento e produção. Mesmo atualmente, os módulos de memória Rambus ainda custam pelo menos o dobro das memórias SDRAM comuns.

Os módulos de memórias Rambus são chamados de “Rambus Inline Memory Modules” ou RIMMs. Os módulos RIMM são bem semelhantes aos módulos DIMM, mas em geral eles vem com uma proteção de metal sobre os chips de memória, que também serve para facilitar a dissipação de calor, já que os módulos RIMM aquecem bastante devido à alta frequência de operação.

Nas ilustrações a seguir, temos um módulo de memória Direct Rambus (à esquerda) e módulos de memória Rambus encaixados em slots RIMM (ilustrações gentilmente cedidas pela Rambus Inc.)

 

ECC e Paridade

Por melhor que seja a qualidade, todos os tipos de memória são passíveis de erros, que podem ser causados por inúmeros fatores, que vão desde interferências momentâneas à defeitos físicos nos módulos de memória.

Apesar dos erros nos módulos de memória atuais serem bastante raros, um dado adulterado pode causar os mais diversos efeitos colaterais. Para aumentar o grau de confiabilidade dos sistemas, foram criados métodos de diagnóstico e correção de erros,a Paridade e o ECC (“Error-Correcting Code” ou “código de correção de erros”), que se baseiam em técnicas totalmente diferentes:

A Paridade é um método mais antigo, que somente é capaz de identificar alterações nos dados depositados nas memórias, sem condições de fazer qualquer tipo de correção. A paridade consiste na adição de mais um bit para cada byte de memória, que passa a ter 9 bits, tendo o último a função de diagnosticar alterações nos dados.

A operação de checagem dos dados na paridade é bem simples: são contados o número de bits “1” de cada byte. Se o número for par, o bit de paridade assume um valor “1” e caso seja impar, o 9º bit assume um valor “0”. Quando requisitados pelo processador, os dados são checados pelo circuito de paridade que verifica se o número de bits “1” corresponde ao valor depositado no 9º bit. Caso seja constatada alteração nos dados, ele envia ao processador uma mensagem de erro.


Exemplo de Byte de dados

Número de Bits “1” no Byte

Bit de paridade

00000000

0

1

10110011

5

0

11111111

8

1

O uso da paridade não torna o computador mais lento, pois os circuitos responsáveis pela checagem dos dados são independentes do restante do sistema. Seu único efeito colateral, é o encarecimento das memórias, que ao invés de 8 bits por byte, passam a ter 9, tornando-se cerca de 12% mais caras. Antigamente quase não se fabricavam memórias sem paridade, porém As memórias EDO e SDRAM atuais porém, apresentam um bom nível de confiabilidade, o que torna o uso da paridade dispensável. De fato, poucos fabricantes ainda produzem memórias com o 9º bit.

Para sistemas destinados a operações críticas, foi desenvolvido o ECC, um método de diagnóstico bem mais eficiente, por ser capaz de além de identificar erros nos dados, corrigi-los através de algoritmos especiais. Numa memória com ECC encontramos mais 2 ou até 3 bits para cada byte de memória. Quanto maior a quantidade de bits destinados ao ECC, mais complexos serão os códigos armazenados, e maior será a possibilidade de um eventual erro ser corrigido.

Apesar de ainda não ser muito usado em memórias RAM, justamente devido à boa confiabilidade das memórias atuais, o ECC é item obrigatório em discos rígidos e CD-ROMs, pois neles o corrompimento de dados é muito comum.

1 - 2 - 3 - 4

 

Manutenção de Computadores ® GuiaSites.Net 2009
Página Inicial - Favoritos - Politica de Privacidade